21 julho 2010

# pneuma

que bastasse 1 holograma. e atravessasses a paisagem de corpos de pessoas com cabeças mitológicas. mas das egípcias. que viesses naquele barco de anubis. nem campainhas nem chaves. que me inundasses a casa de silêncio e enxofre. que eu caísse escadas abaixo com o sono e o veneno. e acordasse numa casa cinzento neutro com iodines e máquinas de fumo.


de resto.
há os festivais de verão. e as compras do mês. os telemóveis. os protectores solares.

o quotidiano seria menos doloroso porque já teríamos chorado tudo durante a ressurreição.

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