rogerinho, estou na U.M.
quero fumar na janela
da sala contigo. a olhar
para as obras e a dizer
disparates. fazes luz cá em
casa. por todo o lado, vá. mas eu não vejo só a
luz. é por isso que te melgo.
és forte e grande e isso
tudo.
mas às vezes imagino-te na tua cama enroladito.
todo cobertinho de pelúcia.
1 pirilampo de pelúcia.
(agora já estou em casa)
no outro dia quando dissemos caralhadas. imaginei-te enrolado. e juro que a proteger a cabeça com as mãos. pesadelos de hordas de pessoas a pontapear.
(temos as costas grandes)
não sou dessa raça. nem da que puxa as orelhas. mas sou de dar berros. e passo-te a mão pelo pêlo quando é de pelúcia e precisa. de resto não. deixar-te brilhar. quantas menos mãos melhor.
há 1 ano fomos jogar bilhar.
e estávamos os 2 lindos e sexys.
vou vestir o vestido vermelho mesmo agora.
anda. vamos cagar as fuças com comida e retórica.
não há tédio que nos separe.
beijinhos, babe
17 Junho 2010
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6 comentários:
quis manter os parágrafos do papel, babe. que era pequeno. depois mostro-te o papel e vês o que está lá dentro <3
<3
...
sniff...
adoro-te, sandrinha.
muito!
[até para a semana!!!]
<3
anda
havias de escrever mais uns quantos de poemas assim, que davam um livro magnífico. era bem bom para pores livros a arder também. hammm? escreve, pá, poemas.
valterinho, em boa hora cá chegas.
ainda por estes dias falava com o roger sobre o assunto dos géneros literários. e dos outros. vou escrever sim. mas não quero cá géneros.
falava-se também de como os escritores deviam deixar de querer ser escritores. dizia o roger e muito bem.
bora nessa, banessa. beijo
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